Divulgado nessa quinta-feira (20), o Relatório de Vigilância de HIV, DST, Hepatite e Tuberculose para o Distrito de Columbia destaca o progresso para acabar com a epidemia de HIV em Washington, DC. O documento do DC Health mostra que o número de novos casos diminuiu amplamente nos últimos cinco anos, demonstrando que os esforços para acelerar as principais estratégias de prevenção e tratamento estão se mostrando eficazes.

O Distrito alcançou 90% dos residentes com HIV sabendo de seu status, a primeira meta do Plano 90/90/90/50 para acabar com a epidemia até 2020. “Nossas parcerias com a comunidade continuaram a produzir resultados promissores para conter e reduzir novos casos de HIV, ao mesmo tempo em que oferece um tratamento melhor e mais eficiente aos residentes que vivem com o vírus”, afirma a prefeita Muriel Bowser.

“Nosso objetivo de acabar com a epidemia em DC ainda não foi cumprido e continuaremos a trabalhar para garantir a equidade nos serviços, reduzir o estigma como uma barreira de acesso, tornar o teste mais fácil, apoiar a troca de seringas e manter as pessoas soronegativas”, completa.

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O número de novos casos diagnosticados no Distrito diminuiu para 282 em 2019, uma redução de 16% em relação a 2018, quando houve 335. No geral, houve um declínio de 79% na comparação com os 1.374 casos em 2007. Dois bebês nasceram com HIV em 2019.

O número de novos casos diagnosticados atribuíveis ao uso de drogas injetáveis ​​diminuiu em 99%, de 150 em 2007, antes da ampliação do programa de troca de seringas de DC, para dois casos no ano passado. O equivalente a 1,8% da população – 12.408 residentes – tem o vírus. O relatório mostra, ainda, que em 2019 foram notificados 9.337 casos de clamídia, 4.374 casos de gonorreia, 297 casos de sífilis primária e secundária, 1.099 de hepatite C e 24 de tuberculose.

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