Maryland adquiriu mais 250 mil testes rápidos de antígeno, que serão distribuídos a lares de idosos, instalações de vida assistida e centros correcionais e de detenção juvenil em todo o estado. A compra torna Maryland, o membro fundador do consórcio interestadual com a Fundação Rockefeller, o primeiro estado no acordo a avançar com um pedido de testes rápidos de antígeno.

Quase todos os dez estados participantes do pacto – o primeiro de seu tipo entre governadores durante a pandemia de Covid-19 – assinaram cartas de compromisso para a compra desses testes rápidos, incluindo a Virginia.

O governador Larry Hogan fez o anúncio da compra nessa quinta-feira (10), durante uma visita à Becton, Dickinson and Company (BD), o fabricante dos testes BD Veritor adquiridos pelo estado e um dos dois fabricantes norte-americanos de testes rápidos de antígenos que já foram autorizados pelo FDA. A empresa está sediada no Condado de Baltimore.

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“Esse teste rápido de última geração será extremamente importante para nossa recuperação econômica contínua e também ajudará a manter a segurança da população de nosso estado”, afirmou Hogan.

Maryland também adquiriu as máquinas de diagnóstico usadas para processar os testes no local da realização, que podem fornecer resultados em apenas 15-20 minutos. O estado planeja implantar testes rápidos em lares de idosos, instalações de vida assistida e centros de detenção a fim de testar todos os residentes e funcionários. Além disso, o governo estadual está atualmente em discussões para enviar testes rápidos para dormitórios e campi de faculdades e universidades.

Em seus comentários, o governador observou que os testes rápidos não substituem os testes de diagnóstico de PCR, que continuam a ser a espinha dorsal da estratégia de testagem de longo prazo de Maryland. Até o momento, mais de 2,1 milhões de testes PCR foram aplicados, atingindo quase 25% da população do estado.

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