Virginia, Delaware, Maryland e o Distrito de Columbia se uniram em uma ação judicial contra a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA), alegando falha no cumprimento dos termos do Acordo da Bacia Hidrográfica da Baía de Chesapeake, que exige que os estados parceiros reduzam seus níveis de poluição no prazo estipulado.

“Anos atrás, a EPA, os estados da bacia hidrográfica da Baía de Chesapeake e o Distrito de Columbia concordaram com uma estratégia comum para restaurar o mais belo estuário da América. Mas nem todos os estados estão cumprindo esse compromisso, e a EPA está apenas esperando”, diz o governador da Virginia, Ralph Northam, que atua como presidente do Conselho Executivo de Chesapeake.

“Estou comprometido em alcançar as metas de restauração da parceria da Baía até 2025 e, como presidente do Conselho Executivo de Chesapeake, pretendo agir rapidamente para executar o plano para diversidade, equidade, inclusão e justiça”, reitera.

Publicidade

“Isso exigirá uma parceria forte e engajada, que inclui a EPA responsabilizando cada parceiro pelos compromissos que assumiram. Liderança federal e parceria estadual são a maneira certa de restaurar a Baía de Chesapeake, e sou grato ao procurador-geral (Mark) Herring por sua liderança nesta questão”, completa.

O governador de Maryland, Larry Hogan, lembra que no início deste ano instruiu o procurador-geral, Brian Frosh, a buscar ações legais contra o estado da Pensilvânia e a EPA para proteger os esforços de restauração da Baía de Chesapeake.

“A baía é um tesouro nacional e nosso governo comprometeu um valor histórico de US$ 5 bilhões para sua restauração. Continuaremos a trabalhar juntos em todos os estados e partidos – responsabilizando todos – para cumprir nossas metas e obrigações de restauração”, declara Hogan.

Publicidade
Curso de inglês