Maryland, Virginia, Louisiana, Massachusetts, Michigan e Ohio firmaram um acordo com a Fundação Rockefeller para expandir o uso de testes rápidos de antígeno, para retardar a disseminação de Covid-19 e continuar reabrindo com segurança os estados. A expectativa é de que outros estados, cidades e governos locais se unam ao pacto nos próximos dias e semanas, a exemplo do que já ocorreu com a Carolina do Norte.

Esse é o primeiro acordo interestadual entre os governadores durante a pandemia, quando o país continua enfrentando severos déficits e atrasos nos testes. O governador de Maryland, Larry Hogan, em seus últimos dias como presidente da Associação Nacional de Governadores, negociou o pacto com a Fundação Rockefeller, que ajudará na facilitação de mecanismos de financiamento para apoiar a compra em larga escala.

Ao se unirem, os estados estão demonstrando aos fabricantes privados que há uma demanda significativa para aumentar a produção desses testes, que fornecem resultados em 15 a 20 minutos. Com o acordo, os estados estão discutindo com Becton Dickinson e Quidel – os fabricantes americanos de testes de antígeno que já foram autorizados pela FDA – para comprar 500 mil testes por estado, para um total de três milhões de testes.

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A intenção é acelerar o uso de testes rápidos de antígenos para detectar os surtos mais rapidamente e expandir os testes de longo prazo em ambientes congregados, como escolas, locais de trabalho e casas de repouso.

O contrato de compra cooperativa fornecerá uma plataforma exclusiva para a aquisição de testes e suprimentos associados, de maneira sustentável e econômica. Além disso, os estados coordenarão políticas e protocolos relacionados à tecnologia de teste rápido de antígenos.

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