O US Customs and Border Protection (CBP) iniciou uma ação na segunda-feira (6) para coletar DNA de alguns imigrantes. O “programa piloto limitado e de pequena escala” do CBP durará 90 dias em dois locais e permitirá que a amostra seja retirada de “certos indivíduos” sob custódia, de acordo com um comunicado à imprensa da agência.

O CBP coletará DNA de pessoas entre 14 e 79 anos detidas e processadas ​​no Setor Detroit, assim como no porto de entrada de Eagle Pass, no sudoeste do Texas, tanto para os que esperam serem aceitos para entrada no país, como para pessoas detidas ou passando por procedimentos adicionais.

O programa piloto testará o “impacto operacional” de uma emenda do Departamento de Justiça (DOJ) exigindo que autoridades coletem amostras de DNA de “certos estrangeiros” e as submeta ao Sistema de Índice de DNA Combinado do FBI (Codis). O comunicado diz que a obtenção das amostras de DNA “anteriormente não era viável devido a exigências operacionais e limitações de recursos”.

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Não cidadãos americanos detidos por agências governamentais, inclusive pelo CBP, seriam obrigados a inserir seu DNA no Codis, com a emenda do DOJ. O DOJ propôs a mudança em outubro para estender a coleta de DNA para além dos migrantes que foram processados ​​no tribunal federal por ofensas criminais.

Democratas incentivaram o governo a interromper esses planos, preocupando-se com a possibilidade de levar à apreensão de outros membros da família e chamando-os de “desnecessários, injustificados e invasivos”.

(Com informações do The Hill)

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