Como resultado dos indicadores de saúde relacionados ao coronavírus em todo o estado, o governador Larry Hogan anunciou nessa quinta-feira (27) que os sistemas escolares locais de Maryland estão autorizados a começar a reabrir as escolas com segurança. Embora haja o incentivo do governo estadual para a retomada das aulas presenciais, essa decisão continua a pertencer aos conselhos de educação locais.

As decisões devem ser baseadas em um conjunto de métricas, diretrizes e referências estaduais emitidas pelo Departamento de Saúde (MDH), em colaboração com o Departamento de Educação (MSDE).

Atualmente, 16 dos sistemas escolares locais do estado desenvolveram planos para o retorno dos estudantes às escolas para alguma forma de ensino presencial neste ano, incluindo alunos com necessidades especiais.

O governador e a superintendente Estadual de Escolas do MSDE, Karen Salmon, visitarão escolas em todo o estado nas próximas semanas para observar os sistemas que estão levando pequenos grupos de alunos de volta a um ambiente seguro e educacionalmente eficaz.

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“Quase todos concordam que não há substituto para o ensino presencial. É essencial que todos trabalhemos juntos em planos híbridos flexíveis para levar com segurança alguns de nossos filhos de volta às salas de aula e em ambientes de aprendizagem saudáveis ​​e de apoio”, afirma Hogan.

A superintendente estadual de Educação anunciou que, com base na melhoria dos indicadores de saúde do estado, está pedindo que os sistemas escolares locais reavaliem seus modos de ensino no final do primeiro trimestre. O estado está disponibilizando US$ 10 milhões em subsídios para ajudar os sistemas que são capazes de avançar para o ensino presencial.

“As precauções de saúde e segurança devem permanecer em vigor assim que começarmos a trazer mais alunos de volta às escolas, e os sistemas escolares devem continuar a trabalhar em conjunto com as autoridades de saúde locais para monitorar as tendências nas métricas e quaisquer surtos nas escolas da área”, ressalta Karen Salmon.

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