Após semanas de consultoria com cientistas, líderes empresariais e especialistas em saúde pública, o governador Larry Hogan apresentou na última sexta-feira (24) o plano de recuperação de Maryland, que fornece uma abordagem segura, eficaz e gradual para reabrir o estado, enquanto continua a combater a pandemia do Covid-19.

“Quando começarmos a reabrir, continuará sendo importante para os habitantes de Maryland, principalmente os mais velhos e mais vulneráveis, continuarem em casa o máximo que puderem”, afirma o governador Larry Hogan.

“Todos os cidadãos devem continuar a evitar multidões e reuniões, e devem praticar o distanciamento físico e tomar precauções para proteger a si mesmos, suas famílias e seus colegas. Juntos, derrotaremos esse vírus e, juntos, o estado de Maryland voltará mais forte e melhor do que nunca”, declara.

O “Maryland Strong: Roadmap to Recovery” incorpora os princípios do “Roadmap to Recovery da National Governors Association”, utiliza as diretrizes emitidas pela Casa Branca e leva em consideração grande parte do trabalho dos planos de recuperação publicados pela American Enterprise Institute e Johns Hopkins.

Como o governador Hogan anunciou na quarta-feira (22), Maryland fez um progresso considerável nos quatro “blocos de construção” que precisavam estar firmemente posicionados antes que o estado considerasse levantar restrições: capacidade de testes expandida, ampliação no número de leitos hospitalares, aumento no fornecimento de EPIs e operação robusta de rastreamento de contatos.

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Para determinar quando uma recuperação pode começar, as autoridades de Maryland se concentrarão na taxa de hospitalizações e no número de pacientes admitidos na UTI. Se esses números continuarem no platô, o estado poderá estar pronto para iniciar a recuperação no início de maio. Os cidadãos podem acessar esses dados diariamente neste endereço.

Etapas

O plano de recuperação é dividido em três etapas. A primeira exige o término da ordem de permanência em casa e envolve melhorias nos negócios, na comunidade, na religião e na qualidade de vida.

Exemplos de mudanças que podem ser implementadas nesta etapa incluem a reabertura de pequenas lojas e certas pequenas empresas; recolha e entrega na calçada para empresas; procedimentos médicos e odontológicos eletivos nos consultórios ambulatoriais, clínicas e médicos; participação em celebrações religiosas ao ar livre, em reuniões limitadas; passeios de barco, pesca, golfe, tênis, caminhadas e caça; reabertura de lavação de automóveis; aulas externas limitadas de ginástica e fitness; trabalho ao ar livre com medidas de distanciamento apropriadas, alguns serviços pessoais.

A segunda etapa provavelmente será um estágio mais longo da recuperação inicial, mas também será a fase em que um grande número de empresas e atividades voltará a funcionar. Qualquer empresa que reabrir durante esse período precisaria cumprir um distanciamento físico rigoroso e protocolos de segurança adequados. A última etapa envolverá a instituição de atividades de maior risco, mas ainda não há um cronograma definido para atingir esse nível.

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