No ano passado, Michael Blonder começou a distribuir sacolas de tecido reutilizáveis ​​a cada compra, em vez de sacolas plásticas descartáveis ​​na AL Goodies General Store, a loja de lembranças que ele administra na Main Street, em Annapolis. A medida, segundo Blonder, antecipava a proibição de sacolas plásticas, embora a cidade não se esforce para fazer isso em mais de uma década.

Oito estados e inúmeras jurisdições em todo o país já as baniram. No vizinho Condado de Montgomery e em Washington, DC, foram cobradas taxas para mudar os hábitos dos consumidores de usar os finos e frágeis sacos plásticos de uso único que podem chegar às vias fluviais, entupindo os esgotos e se enroscando nos galhos das árvores.

Na última semana, o vereador Rob Savidge apresentou um projeto de lei que impediria qualquer varejista da cidade – mercearias, lojas de conveniência, farmácias e outros – de fornecer sacolas plásticas no ponto de venda. A proposta também prevê uma taxa de US$ 0,20 para cada saco de papel fornecido, mas apenas para empresas maiores, aquelas com uma área útil de 20 mil pés quadrados ou mais.

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Savidge espera que o projeto reduza a dependência do público em sacos plásticos e ajude a diminuir a poluição. A matéria passou pela primeira leitura sem discussão na segunda-feira (10). Um projeto de lei da cidade não se torna lei até ser aprovado na terceira leiura.

O próximo passo é ser discutido em uma audiência pública na próxima reunião da Câmara Municipal, em 24 de fevereiro. Em seguida, será analisado pelos comitês de Assuntos e Regras Ambientais e do Governo da Cidade, em março.

(Com informações de Baltimore Sun)

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