Em resposta à pandemia de coronavírus e com a escassez de insumos em todo o mundo devido ao Covid-19, Maryland está incentivando as empresas locais a produzir equipamentos de proteção individual (EPIs) para profissionais de saúde. Em uma primeira rodada de doações, o estado concedeu mais de US$ 1,6 milhão a 20 empresas por dinamizar ou expandir a produção desses itens.

Através do Fundo de Manufatura de Socorro de Emergência Covid-19, administrado pelo Departamento de Comércio estadual, as empresas estão recebendo subsídios de até US$ 100 mil para fabricar tudo, desde protetores faciais, macacões, máscaras N-95 e peças de respiradores a baterias para ventiladores pulmonares.

“Aumentar o suprimento de EPI é um elemento essencial no plano de recuperação do estado, e estamos adotando uma abordagem prática para garantir esses recursos para os trabalhadores da linha de frente”, explica o governador Larry Hogan. “Quero agradecer e elogiar as empresas locais que mudaram suas operações e aumentaram a produção para nos ajudar a salvar vidas e achatar a curva”, afirma.

O programa de US$ 5 milhões foi criado em resposta a uma demanda crescente por itens para proteger os profissionais de saúde e funcionários da linha de frente, incluindo protetores faciais, máscaras cirúrgicas e aventais e luvas, além de itens para hospitais, como termômetros, respiradores e ventiladores. O programa recebeu mais de 200 inscrições e concessões adicionais serão disponibilizadas nas próximas semanas.

“Criamos rapidamente esse programa para atender a uma necessidade crítica imediata, e nossa comunidade de negócios respondeu em grande parte”, comenta a secretária de Comércio de Maryland, Kelly M. Schulz.

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“Muitas dessas empresas tiveram que acelerar rapidamente a produção desses itens, enquanto outras se concentraram completamente em suas operações normais e criaram uma maneira criativa de ajudar, com algumas adicionando novos empregos no processo”, pontua a secretária.

Ajuda

“Depois de ouvir histórias e mais histórias de falta de ventiladores, eu queria usar nossos recursos para ajudar. Eu sabia que nossa empresa é adaptável o suficiente para focar a engenharia e a manufatura em direção a uma estratégia viável em termos de custo, para colocar novamente em circulação os ventiladores que não trabalham. Estimamos que seremos capazes de fabricar baterias de 200 a 300 ventiladores por dia, aliviando a tensão no sistema”, declara Jonathan Sevel, CEO da CoastTec.

“A rápida resposta do Departamento de Comércio para obter assistência nos deu a confiança necessária para investir em nosso equipamento de produção de filtros e nos permitiu atrair uma dúzia de funcionários adicionais para operá-lo”, relata Ken Malone, presidente da DiPole Materials.

“É importante ressaltar que nossa expansão também nos permitirá crescer rapidamente nossos negócios após a crise, quando voltarmos a ser um fabricante personalizado de materiais de alto desempenho”, acrescenta o empresário. Mais informações sobre o programa estão disponíveis aqui.

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