O presidente Jair Bolsonaro afirmou nessa quinta-feira que o governo deve propor uma quarta parcela do auxílio emergencial, atualmente em R$ 600, mas que o valor ainda está em estudo pelo governo, que poderá reduzi-lo. O benefício é pago a categorias como trabalhadores informais e desempregados.

“Nós já estudamos uma quarta parcela com o Paulo Guedes (ministro da Economia). Está definindo o valor, para ter uma transição gradativa e que a gente espera que a economia volte a funcionar”, afirmou o presidente durante sua live semanal, transmitida pelas redes sociais.

O auxílio emergencial prevê o pagamento de três parcelas de R$ 600 para trabalhadores informais, integrantes do Bolsa Família e pessoas de baixa renda. De acordo com a Caixa Econômica Federal, cerca de 59 milhões de pessoas já receberam o benefício. Cada parcela do auxílio emergencial custa aos cofres públicos cerca de R$ 48 bilhões.

Mais cedo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, defendeu a permanência por mais tempo do pagamento do auxílio emergencial, mantendo-se o valor de R$ 600.

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Neste mês, Bolsonaro sancionou com vetos o projeto aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado que amplia os beneficiários do auxílio emergencial – estendeu apenas a mães menores de 18 anos. O governo vetou a ampliação do benefício para profissionais informais que não estão inscritos no Cadastro Único.

O projeto especificava profissões que estariam aptas a receber os R$ 600 do governo, como motoristas de aplicativos, pescadores, diaristas e ambulantes de praia. A sessão conjunta do Congresso Nacional para votar os vetos do Executivo à lei deve ocorrer em junho.

(Com informações da Agência Brasil)

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