Como em qualquer outro dia normal de trabalho, o piloto de carreira que trabalha na Lyft há três anos, Eduardo Madiedo, aceitou mais uma cliente, à noite, achando que nada estava fora do comum. Seus passageiros, uma mulher e um homem, estavam indo para o Queens, em Astoria (NY). Porém, momentos de aflição e caos violento iniciaram junto com a viagem. A camera, instalada no carro por segurança, capturou o homem dizendo que está com dores e pedindo que Madiedo dirija mais rápido. Logo após, o passageiro desfere golpes acertando Madiedo na cabeça.

Esta não foi a primeira vez que ele sentiu preocupação por um passageiro em seu carro ou levou alguém para um hospital.  Mas foi a primeira vez que ele foi atacado no trabalho.

Madiedo só conhece o primeiro nome do passageiro, Samantha, e o local onde o passeio começou. No vídeo, Samantha pode ser ouvida chamando o homem de “Georgie”. Ele repetidamente a chama de “Ma”.

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Após o incidente, o motorista diz não ter certeza de poder continuar dirigindo. E, no entanto, é assim que ele paga suas contas. Mas ele teme por sua vida e a incerteza de cada passeio.

Em uma declaração, Lyft chamou o ataque de “inaceitável e dito”. “Nós proibimos permanentemente o passageiro e contatamos o motorista para oferecer nosso apoio”, disse Lyft. “Estamos prontos para ajudar a aplicação da lei em suas investigações”.

 

(Com informações de Fox NY)

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