O Serviço Secreto está associado à proteção do presidente dos Estados Unidos e de outros dignitários, mas a agência foi criada em 1860 para acabar com a falsificação de moeda. Eles ainda investigam fraudes financeiras – mais do que nunca – e isso inclui equipamentos encontrados em caixas eletrônicos e bombas de gasolina para roubar dados dos clientes.

“As investigações estão definitivamente aumentando à medida que mais crimes financeiros se tornam digitais”, explica Kelli Lewis, diretor de laboratório da divisão de serviços forenses do Serviço Secreto dos EUA.

O agente especial Peter Brown, que investiga escaneamento em bombas de gasolina fora do escritório de campo em Miami, disse que o crime está crescendo “exponencialmente”. “Não há como você e eu dizer que há um ‘skimmer’ dentro da bomba, até que o bandido tenha obtido o número do cartão de débito e o PIN”, afirma. Ele sabe bem, tendo sido vitimado duas vezes por esse crime.

Os bandidos são capazes de fraudar a parte da bomba de gasolina em que você insere seu cartão e geralmente trabalham em equipe para instalá-lo – um processo que leva apenas 30 a 60 segundos, conforme Brown.

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Uma pessoa entra no posto de gasolina para conversar com o atendente, ou pelo menos bloquear sua visão, enquanto outra pessoa aparafusa a nova peça, que possui um leitor de cartão habilitado para Bluetooth. Depois eles se afastam, aparecem um pouco mais tarde, conectam o telefone ou laptop ao Bluetooth e esperam que você coloque o cartão em seguida. O golpe tem sido registrado em todo país, inclusive na área de DMV.

“Esses caras estão ganhando dezenas de milhares de dólares por dia, dependendo de quantos ‘skimmers’ eles empregam”, estima Brown.

 

(Com informações de WTop)

 

 

 

 

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