A investigação administrativa de um sargento do Departamento de Polícia do Condado de Baltimore ligado a posts descritos como “racistas” e “de ódio” ainda está em andamento, quase três meses após as autoridades confirmarem que o procedimento havia iniciado.

Os tweets, que pertenciam a uma conta no Twitter, @TedWaga, que se identificou como funcionário do Departamento de Polícia do Condado de Baltimore, foram excluídos desde então.

Entretanto, capturas de tela da conta mostram @TedWaga usando insultos homofóbicos e pedindo “cruzadas modernas”. Um tweet da conta perguntou: “O que aconteceria se os homens na América agissem e começassem a reunir ilegais e jogá-los de volta pela fronteira?”.

Um post anterior declarou: “Os ilegais são responsáveis ​​por estupros e assassinatos de milhares de americanos”. Outros tweets compartilhados pela conta chamavam as mulheres congressistas muçulmano-americanas de “o inimigo interno” e “barata”.

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Repercussão

Quando questionado por um repórter em fevereiro, Waga não negou que a conta era sua, mas nunca disse diretamente que a operava. Antes de ser excluída, a conta vinculada a um site de campanha de Waga funcionava desde que ele concorreu ao Congresso em 2012.

Na época, o executivo do condado, Johnny Olszewski Jr., disse: “linguagem detestável, violenta e abusiva não tem lugar em nosso governo ou sociedade e eu tenho tolerância zero para isso”, e confirmou a investigação.

O Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR) e o CASA de Maryland, uma organização que defende os imigrantes latino-americanos em Maryland, consideraram os tweets “ultrajantes” e “flagrantemente racistas”, respectivamente, na época.

(Com informações de Baltimore Sun)

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