Nos corredores do Congresso, em Washington, há um ciclo interminável de lobistas e defensores, pressionando por uma miscelânea de projetos e causas. Mas quando esses defensores são primeiros socorristas do 11 de Setembro, exigem atenção.

“Estou aqui porque posso estar. Há outros que não podem”, disse Rob Serra, um bombeiro aposentado. Enquanto se movia pelo Capitólio, Serra se sentou em uma cadeira de rodas que pertenceu a seu amigo Ray Pfeifer. Pfeifer também esteve presente na resposta ao ataque terrorista, mas morreu de câncer no rim em 2017.

Serra foi acompanhado por dezenas de outros socorristas, que fizeram várias viagens ao Capitólio. A maioria deles está enfrentando doenças graves, incluindo câncer e problemas respiratórios.

Eles estão convocando o Congresso para aprovar o “Nunca esqueça os heróis: Autorização Permanente da Lei do Fundo de Compensação às Vítimas de 11 de Setembro”.

Este fundo alocaria mais dinheiro para o “Fundo de Compensação às Vítimas”, que atualmente enfrenta grandes cortes. Em 15 de fevereiro, o Mestrado Especial do Fundo anunciou que haveria cortes imediatos de 50% para cada reivindicação pendente e 70% para todas as novas reivindicações.

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Problemas

 

As origens do fundo datam de 2001, logo após os ataques. Ele foi criado para as famílias dos milhares que perderam suas vidas durante o ataque, mas acabou expandido para apoiar aqueles que desenvolveram doenças causadas pela fumaça tóxica também.

O fundo foi novamente financiado duas vezes, em 2010 e em 2015, quando contava com US$ 7,4 bilhões e deveria durar até 2020. Mas as pessoas continuam ficando doentes. Em fevereiro, foi anunciado que o fundo já havia concedido quase US$ 5 bilhões em auxílios às vítimas.

Atualmente, a principal batalha é no Senado. Isso porque os defensores já reuniram votos suficientes para passar na Câmara. No Senado, o projeto precisa de 60 votos para aprovação, mas até agora os defensores têm apenas 40.

 

(Com informações de WUSA)

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