“Chad Focus”, rapper de Baltimore, usou um cartão de crédito corporativo para acumular mais de US$ 4 milhões em compras não autorizadas, incluindo em plataformas online que ajudaram a inflacionar artificialmente a frequência com que suas músicas eram tocadas, segundo uma acusação federal.

O FBI e a Procuradoria dos EUA disseram que Focus, cujo nome real é Chad Arrington, 31 anos, de Randallstown, também usou o cartão American Express do local onde trabalhava para fazer mais de US$ 1,5 milhão em compras fraudulentas em empresas de cúmplices anônimos, que depois retrocederam centenas de milhares de dólares para o cantor.

A acusação federal é curta em detalhes, nem mesmo nomeando para qual empresa Arrington trabalhou, como ele foi capaz de usar o cartão tão livremente de 2015 até 2018, ou quem mais poderia tê-lo ajudado no esquema alegado. A acusação foi devolvida em 29 de maio e divulgada nessa terça-feira (4).

 

Acusação

 

O cantor está sendo mantido sem fiança até a audiência marcada para esta sexta-feira (7). De acordo com a acusação, Arrington trabalhou como especialista em Search Engine Optimization por vários anos na empresa que lhe deu o cartão American Express.

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Em um comunicado à imprensa, a Procuradoria dos EUA disse que “Arrington usou o cartão de crédito para comprar equipamentos de som, kits de estúdios, instrumentos e tecnologia musical, que usou para criar um alter-ego artístico, Chad Focus, e produzir um número. de canções de hip-hop através da empresa que ele formou, Focus Music Entertainment LLC”.

O rapper é acusado de fraude eletrônica, conspiração para cometer fraude eletrônica e roubo de identidade agravado. Ele enfrenta um mínimo obrigatório de dois anos de prisão para cada uma das quatro acusações de roubo de identidade agravadas, informou a Procuradoria dos EUA.

 

(Com informações de Baltimore Sun)

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