O criador do popular videogame League of Legends concordou em pagar US$ 10 milhões em indenizações a funcionárias para resolver um amplo caso de discriminação de gênero. A Riot Games, com sede em Los Angeles, pagará cerca de mil funcionárias atuais e ex-colaboradoras que trabalharam na empresa nos últimos cinco anos.

O caso contra a Riot Games alegou que a empresa pagava menos às mulheres que aos homens, as preteria em promoções e fomentava uma “cultura de irmãos” que as excluía. O processo alega que a cultura levou a assédio sexual e má conduta. Alegações de má conduta contra mulheres atormentam a indústria de videogames há anos.

O advogado do demandante, Ryan Saba, disse que o acordo mostra que a Riot estava falando sério sobre mudar sua cultura. Joe Hixson, porta-voz da Riot, afirma que a empresa está satisfeita por ter um acordo que resolvesse a ação, chamando-a de uma etapa importante que demonstra o compromisso da Riot em criar um “ambiente inclusivo para os melhores talentos do setor”.

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O tribunal deve confirmar o acordo nesta semana.

 

(Com informações de NBC)

 

 

 

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